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Splorei Espore e Voltei Pra Contar

Setembro 12, 2008 · 1 Comentário

Digo, explorei Spore.

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Quem não sabe de que jogo estou falando pode ir se retirando. Vá ao YouTube, GiantBomb, a algum lugar que te explique esse jogo ambicioso do qual Will Wright nos fala há mais de 3 anos.

Na última sexta-feira (05/09) o jogo chegou às lojas brasileiras pelo bom e velho preço de 99 reais que assombra os jogos de PC aqui.

Comecei a jogar lá pelas 19h da sexta-feira mencionada acima  e, em aproximadamente 20 minutos de jogo já estava na fase tribal. (Pra quem não sabe, a progressão de fases é a seguinte: célula, criatura, tribo, civilização, espacial.) Isso não chegou a me alarmar, mas fiquei um pouco decepcionado por ver que o jogo não ia ser tão grande quanto esperava. Umas três horas depois eu exclamei como um Chapolin colorado: “SUSPEITEI DESDE O PRINCÍPIO!” O jogo era curto. Cada uma das fases durou mais ou menos 1h para mim e durante esta hora eu realmente me senti como se o jogo estivesse me empurrando para frente. Tudo parecia uma grande pista de obstáculos bem decorada pela qual eu deveria passar para chegar na fase de exploração espacial.

Outro fator que faz com que Spore seja muito mais limitado do que as múltiplas demonstrações de Will Wright me levaram a esperar é o de todo estágio ter três maneiras de serem completados. Isso, são três caminhos que estão presentes durante o jogo inteiro e cada vez que você opta por um deles, o jogo escolhe para você como isso ira afetar seu próximo estágio. Por exemplo: se eu acabo com os conflitos entre minha tribo e as outras com música e uma atitude pacifista, eu começo o estágio de civilização como um civilização religiosa, cujos únicos meios de dominar outras cidades (o objetivo deste estágio) é através de um certo catequismo sci-fi. Eu só poderei explorar outros métodos de unificação se eu dominar uma cidade militar ou uma cidade econômica (o que depende um pouco de sorte, porque as outras cidades do seu mundo tem suas características definidas aleatoriamente). Você também pode iniciar um novo jogo em outro planeta no estágio que deseja jogar de uma forma diferente, mas isso é o mesmo que ter que iniciar um novo jogo em Halo pra trocar de arma.

Em junho a EA lançou o Spore Creature Criator para que as pessoas pudessem explorar a parte de (dã) criação de criaturas, que pode ser definida como uma mistura entre massinha de modelar e Mr. Potato Head super avançada e que você controla pelo mouse. A opinião geral era de aprovação, todo mundo (incluido eu) curtiu ficar criando aberrações e mostrando pros amigos. No jogo completo você pode fazer isso a qualquer momento do jogo para melhorar seu personagem ou simplesmente entrar na Sporepedia (banco de dados online que guarda todas as criações dos usuários) e editar qualquer coisa  que você quiser, já que não são só seres vivos que você cria/edita no jogo, são seus veículos, construções e naves espaciais. Este é o ponto alto do jogo e o que dá 90% de seu fator replay. Mas se você não curte ficar criando coisinhas inúteis e as trocando com seus amigos pela internet, o jogo perde a maior parte de seu apelo.

E taí minha maior dúvida sobre o jogo: pra quem ele está apelando? Will Wright admitiu que o jogo foi “dumbed down” para que o público mais casual pudesse jogar e avançar tanto quanto um “hardcore gamer”. Com isso acho que o resultado final fica aquém de ser a ferramenta grandiosa que Wright queria que fosse e também fica aquém de um jogo que eu esperava da Maxis e do Dr. Will. Ouvi gente dizendo que o jogo apela para os casuais sim e que eles vão continuar jogando. Eu entendo que o público casual tem uma afinidade com jogos do estilo “festival de cliques” (que é uma boa definição pra Spore, onde você SÓ clica) mas não sei o que os prenderá além das ferramentas de criação. O público de The Sims e Sim City quer uma experiência duradoura e “sem fim” em sua estrutura, Spore não oferece isso, oferece fases finitas e limitadas na sua possibilidade de criar narrações. As narrações possíveis em um jogo como The Sims é o que prende o seu público até hoje e sem isso ele teria sido rapidamente descartado por todos, como foram as versões para consoles, que continham objetivos claros e onde não havia a liberdade do jogo para PC. Então minha conclusão é essa: Não sei o que faz Spore especial, teremos que esperar e ver o que aqueles que aindam estarão jogando daqui uns 6 meses nos dirão. Eu desconfio que sem um monte de expansões que mudem a estrutura do jogo e expandam seu escopo Spore será um jogo lembrado pela maioria por seu ciclo de desenvolvimento longo e as apresentações de Will Wright de 2005 pra cá e não por um produto de entretenimento que prende os fãs e lhes dá uma experiência duradoura.

Por hoje é só, comparei Spore com o The Sims de consoles e com isso me satisfaço.

P.S.: Comprem a Rolling Stone desse mês (com a Amy Casavinho na capa) para ler meu primeiro texto lá pulbicado (review de Geometry Wars: Retro Evolved 2) e para ler o review de Spore que o Pablo escreveu, definitivamente um ponto de vista bem diferente do meu quando se trata desse jogo.

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webTrash #5

Março 22, 2008 · Deixe um comentário

Agora que há tantos webTrashes quanto há mambos naquela música do Lou Bega, o mundo será diferente.

Hoje já é um dia diferente, porque eu tomei uma bebida da Starbucks pela primeira vez na minha vida. Eu já tinha tomado refrigerante e água vendidos pela Starbucks, mas nunca algo feito por eles. Como não tomo café eu bebi um chocolate quente. Estava bom e a sensação de segurar um copo da Starbucks é ótima, você se sente ocupado e trabalhando só por ouvir o barulhinho daquele copo de papel encostando na mesa. Foi bom para tirar aquele gosto de Cheetos da boca.

“Cheetos?!?” Você questiona. Sim, eu fui ao supermercado do Shopping Eldorado com um amigo para comprar uma Pepsi e acabei saindo de lá com Cheetos, Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio e Gladiformers. O Cheetos foi culpa dos dois últimos webTrashes, em que falei sobre o Chester. Os DVDs foram porque eu adoro aquela bacia cheia de filmes baratos e porque Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio é o melhor filme EVER!

Bom, chega de falar da minha vidaTrash e vamos falar de webTrash.

Pra começar com um número musical nós temos um bando de imbecis recriando a música e efeitos sonoros de uma partida de Street Fighter II.

“Lega, mas Mario Twins é melhor.” Dizem os metidos a coneseurs de webTrash. Eu concordo.

O próximo vídeo é muito foda! É uma representação de todos os conflitos geopolíticos envolvendo os EUA desde a 2a Guerra Mundial, mas feito em digital stop motion e vários tipos de comidas representando diferentes países.

É um desafortunado sem cultura que chegou aqui graças à inclusão digital e não sabe quais são os países representados? Aqui há uma lista das comidas do lado das respectivas bandeirinhas. Ai se você não sabe que bandeira é a de cada país é melhor você ir dormir e “Perguntá pa tia.” na aula.

Agora um vídeo pra relaxar. Isso porque ele parece ser um dos únicos exemplos de um vídeo que não adiciona nada a sua vida. Eu realmente fico abismado com a total falta de qualquer conteúdo nesta produção.

Agora que suas memórias do último minuto se resumem a vento, absorva a incrível existência deste que é considerado o “maior” astro negro, anão, casado com uma mulher que não gosta dele e que se contradiz pra caralho.

 

“…” Né?

 

image Conhece o ZeFrank? Eu não conhecia até ontem, não até ler um artigo sobre o fato dele ter criado uma conta no Twitter. Ai eu senti que ele era importante. Ele faz umas coisas meio freak-piradas na web. Incluindo o projeto Earth Sandwich. O site dele é cheio de coisas legais, incluindo uma série de videoblogs diários que ele fez de 17 de março de 2006 a 17 de março de 2007. São curtos, bem editados e bem divertidos.

Aqui está um deles (que até fala de Starbucks). Clique aqui para ver os outros vídeos.

 

image Outro webTrash é este site que arquiva os vídeos ridículos de Shinobi Legions (jogo do Shinobi para Sega Saturno). Provavelmente há como achar esses vídeos em streaming, mas eles são tão fodas que merecem um download.

 

E pra terminar vá ler The Top 100 Thing I´d Do If I Ever Became an Evil Overlord. É uma daquelas listas que é realmente engraçada porque veio antes da lista do Chuck Norris.

 

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TCHAU!

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Eu Ovo

Março 14, 2008 · Deixe um comentário

Opa, é cedo demais para se postar em um blog. Pelo menos para mim.

Neste post vou falar de algumas coisas que estou ouvindo, não vozes na minha cabeça, músicas que estou ouvindo.

Crystal Castles

Na segunda feira o Jeff Gerstmann postou no blog dele sobre a dupla musical Crystal Castles. Desde então a página do MySpace deles está aberta aqui, pronta para satisfazer meus repentinos desejos por sons eletrônicos retrô e vozes completamente alteradas por circuitos, capacitores e o que mais tiver valendo.

Eu recomendo as faixas MAGIC SPELLS, Untrust Us, Crimewave e Air War. Todas estas estão disponíveis na página do MySpace do Crystal Castles e as três últimas eu consegui achar no YouTube.

The Mars Volta

Vou admitir que nunca tinha ouvido TMV antes desta semana. “Santa ignorância!” Devem ter gritado alguns de vocês (o Pablo e talvez o papa, porque pra ele todo mundo é santo). Mas é a verdade, já tinha ouvido o nome da banda, mas nunca escutado uma música dos caras.

Esta semana estava passando os canais da NET e parei pra ver a Mari Moon passando vergonha enquanto paga de apresentadora de TV (ou VJ, sei lá o que é pior ser, achar que é ou pagar uma de) e logo após a moçoila se despedir com aquela voz monotônica e dopada a MTV fez algo inesperado: passou um clipe, o clipe da música Wax Simulacra.

Gostei do que vi e ouvi e ando ouvindo a música no YouTube. A única outra música da banda que eu ouvi nessa semana foi The Widow, mas não curti muito. No futuro devo procurar mais coisas deles ai para ver qual é a dos cabeludos.

Kenny Rogers & The First Edition

Já vou dizer: não gosto da banda e muito menos desses muleques de 15 anos que se metem a dizer que curtem música dos anos 60 só porque fumam maconha e querem parecer freaks.

Isto dito, preciso contar que a música que mais ouvi esta semana foi Just Dropped In. O que me levou a fazer isso foi ter revisto mais duas vezes um dos melhores filmes do mundo: The Big Lebowski. Se você não viu ainda, largue tudo que está fazendo e vá ver, ou termine de ler este post e vá assistir.

Just Dropeed In é uma ótima música tema para um filme cujo protagonista é um ex-hippie que não faz nada além de jogar boliche, fumar maconha e tomar white russians e cerveja. A faixa tem uma sonoridade bem psicodélica e sessentista e uma letra que nada mais é do que uma descrição de uma viagem de LSD. Que lembra muito o Dude do filme, que cita como uma de suas atividades de entretenimento “o ocasional flashback de ácido”.

Justin Timberlake

Já se foi o tempo que gostar do trabalho do garoto era coisa de boila, ano passado era coisa de metrossexual, mas hoje em dia é normal admitir que se gosta das músicas do Ex-Mr. Britney.

Ontem tive uma vontade de ouvir o primeiro grande sucesso do Timberlago: Cry My a River, mas como quem clicou no link pode ver, tive que fazê-lo a partir de um vídeo que põe a música como trilha sonora para momentos românticos e emocionais de desenhos do estúdio de Walter Disnei (sim, eu sei que é Walt Disney, mas é uma piada, sabe é como… olha, esquece, continue lendo o texto).

Infelizmente o vídeo original está bloqueado para usuários de fora dos Estados Unidos. :(

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Também andei ouvindo Electric Six e Midnight Brown, mas estas bandas merecem seu próprio post, talvez neste fim de semana.

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TV Carnage

Dezembro 17, 2007 · Deixe um comentário

O Jeff Gerstmann postou agora pouco no blog dele que o TV Carnage vai lançar mais um DVD de colagens de tosqueiras televisivas.

Eu não conhecia o site, mas acabei de comprar todos os DVDs, até porque eu tenho quatro fitas de tosqueiras dos canais incrivelmente porcos de Porto Alegre, em breve devo passar isso para DVDs e para o computador.

Fique com dois vídeos que estão presentes em DVDs do TV Carnage:


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