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Pure: Puramente Muito Foda

Setembro 19, 2008 · Deixe um comentário

Pelo meu super radar intracorpóreo de lançamento de games, Pure chegou às lojas americanas no último 16 e daqui a pouco as lojas brasileiras já devem ter.

Passei as últimas três semanas com o demo disc que a Disney enviou e me diverti muito. A versão que joguei é a mesma que está disponível na Live e contêm só uma corrida. Mesmo assim dá pra sentir que o jogo final deve ser do caralho.

Os caras do Black Rock Studio, que fizeram Pure, são o antigo time Climax Racing, que fazia os jogos da séries MotoGP e ATV: Offroad Fury. Logo já tinham experiência com corridas de ATV (os bons e velhos quadriciclos) mas o clima de Pure é mais descontraído e cheio de velocidade.

Os controles são simples e eficazes, o demo te explica todos em menos de 5 minutos e você já parte pro pau. Você acelera (ou não né, vamos ser menos deterministas: você PODE acelerar) e pra fazer umas viadagens no ar e ganhar boost você usa o A, B ou Y (X, O ou triângulo no PS3). Se você segurar um desses botões e puxar o analógico esquerdo para trás antes de um pulo, você faz um “preload” que modifica a quantidade de boost que a manobra aérea que você fizer dá.

Quem tem um 360 e gosta de jogos de corrida deve baixar esse demo. Quero ver quando vou pôr minhas mãos no jogo final e ai posto aqui (ou no blog Digerati Games, se já tiver no ar). Pure definitivamente é um jogo de corrida que traz uma jogabilidade mais arcade e “largada” o que é bom numa geração onde tais jogos não estão representados em grande número. Enfim, é Burnout no asfalto e Pure na lama. Motorstorm? Perdeu… Pelo menos até o Pacific Rift sair né?

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Splorei Espore e Voltei Pra Contar

Setembro 12, 2008 · 1 Comentário

Digo, explorei Spore.

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Quem não sabe de que jogo estou falando pode ir se retirando. Vá ao YouTube, GiantBomb, a algum lugar que te explique esse jogo ambicioso do qual Will Wright nos fala há mais de 3 anos.

Na última sexta-feira (05/09) o jogo chegou às lojas brasileiras pelo bom e velho preço de 99 reais que assombra os jogos de PC aqui.

Comecei a jogar lá pelas 19h da sexta-feira mencionada acima  e, em aproximadamente 20 minutos de jogo já estava na fase tribal. (Pra quem não sabe, a progressão de fases é a seguinte: célula, criatura, tribo, civilização, espacial.) Isso não chegou a me alarmar, mas fiquei um pouco decepcionado por ver que o jogo não ia ser tão grande quanto esperava. Umas três horas depois eu exclamei como um Chapolin colorado: “SUSPEITEI DESDE O PRINCÍPIO!” O jogo era curto. Cada uma das fases durou mais ou menos 1h para mim e durante esta hora eu realmente me senti como se o jogo estivesse me empurrando para frente. Tudo parecia uma grande pista de obstáculos bem decorada pela qual eu deveria passar para chegar na fase de exploração espacial.

Outro fator que faz com que Spore seja muito mais limitado do que as múltiplas demonstrações de Will Wright me levaram a esperar é o de todo estágio ter três maneiras de serem completados. Isso, são três caminhos que estão presentes durante o jogo inteiro e cada vez que você opta por um deles, o jogo escolhe para você como isso ira afetar seu próximo estágio. Por exemplo: se eu acabo com os conflitos entre minha tribo e as outras com música e uma atitude pacifista, eu começo o estágio de civilização como um civilização religiosa, cujos únicos meios de dominar outras cidades (o objetivo deste estágio) é através de um certo catequismo sci-fi. Eu só poderei explorar outros métodos de unificação se eu dominar uma cidade militar ou uma cidade econômica (o que depende um pouco de sorte, porque as outras cidades do seu mundo tem suas características definidas aleatoriamente). Você também pode iniciar um novo jogo em outro planeta no estágio que deseja jogar de uma forma diferente, mas isso é o mesmo que ter que iniciar um novo jogo em Halo pra trocar de arma.

Em junho a EA lançou o Spore Creature Criator para que as pessoas pudessem explorar a parte de (dã) criação de criaturas, que pode ser definida como uma mistura entre massinha de modelar e Mr. Potato Head super avançada e que você controla pelo mouse. A opinião geral era de aprovação, todo mundo (incluido eu) curtiu ficar criando aberrações e mostrando pros amigos. No jogo completo você pode fazer isso a qualquer momento do jogo para melhorar seu personagem ou simplesmente entrar na Sporepedia (banco de dados online que guarda todas as criações dos usuários) e editar qualquer coisa  que você quiser, já que não são só seres vivos que você cria/edita no jogo, são seus veículos, construções e naves espaciais. Este é o ponto alto do jogo e o que dá 90% de seu fator replay. Mas se você não curte ficar criando coisinhas inúteis e as trocando com seus amigos pela internet, o jogo perde a maior parte de seu apelo.

E taí minha maior dúvida sobre o jogo: pra quem ele está apelando? Will Wright admitiu que o jogo foi “dumbed down” para que o público mais casual pudesse jogar e avançar tanto quanto um “hardcore gamer”. Com isso acho que o resultado final fica aquém de ser a ferramenta grandiosa que Wright queria que fosse e também fica aquém de um jogo que eu esperava da Maxis e do Dr. Will. Ouvi gente dizendo que o jogo apela para os casuais sim e que eles vão continuar jogando. Eu entendo que o público casual tem uma afinidade com jogos do estilo “festival de cliques” (que é uma boa definição pra Spore, onde você SÓ clica) mas não sei o que os prenderá além das ferramentas de criação. O público de The Sims e Sim City quer uma experiência duradoura e “sem fim” em sua estrutura, Spore não oferece isso, oferece fases finitas e limitadas na sua possibilidade de criar narrações. As narrações possíveis em um jogo como The Sims é o que prende o seu público até hoje e sem isso ele teria sido rapidamente descartado por todos, como foram as versões para consoles, que continham objetivos claros e onde não havia a liberdade do jogo para PC. Então minha conclusão é essa: Não sei o que faz Spore especial, teremos que esperar e ver o que aqueles que aindam estarão jogando daqui uns 6 meses nos dirão. Eu desconfio que sem um monte de expansões que mudem a estrutura do jogo e expandam seu escopo Spore será um jogo lembrado pela maioria por seu ciclo de desenvolvimento longo e as apresentações de Will Wright de 2005 pra cá e não por um produto de entretenimento que prende os fãs e lhes dá uma experiência duradoura.

Por hoje é só, comparei Spore com o The Sims de consoles e com isso me satisfaço.

P.S.: Comprem a Rolling Stone desse mês (com a Amy Casavinho na capa) para ler meu primeiro texto lá pulbicado (review de Geometry Wars: Retro Evolved 2) e para ler o review de Spore que o Pablo escreveu, definitivamente um ponto de vista bem diferente do meu quando se trata desse jogo.

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Dan do dan Chan Chan

Setembro 4, 2008 · Deixe um comentário

O que acontece quando você pega o videoclipe The World Warrior e adiciona dez mil kilos de idiotice?

AWESOMENESS:

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Tema de Killer Instinct 3? Talvez

Setembro 4, 2008 · 1 Comentário

[UPDATE: O CHRIS TILTON FEZ PRIMERO, BAIXEM NO LINK PARA O GIANT BOMB]

O Jeff Gerstmann postou no Giant Bomb uma foto que alguém diz ser de um music sheet do tema principal de Killer Instinct 3. Isso seria algum tipo de prova de que o jogo está sendo feito, mas com eu sou um cara que, como você sabe, sempre vai mais fundo, pedi para um amigo que entende de música para gravar a música rapidamente em seu PC. Ele me disse que é um arranjo para violino e me passou a performance dele. Ele se baseou unicamente na foto acima.

Baixe Aqui

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webTrash #13: O Número da Besta… Putz, nem é o número da besta, né??

Agosto 23, 2008 · 4 Comentários

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Yo, voltei para ficar e o que eu sempre faço aqui é webTrash. MOTHEFUCKA!

Vou começar com um vídeo com uma paródia que fizeram do HBDcast do qual participei. Como você poderão ver ai nos comentários, a broderagem de lá achou que eu tenho uma voz afeminada. Problema deles, porque o Kid já me convidou pro da semana que vem, então os que quiserem ouvir vão ter que me aguentar mesmo.

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Agora temos um clipe do GFW Radio (um dos melhores podcasts de games ever) onde Jeff Green (editor de PC da 1UP Network e da defunta Games For Windows Magazine/Computer Gaming Monthly) faz um belo monólogo nos convidando à mágica terra de Age of Conan.

COME WITH US

Agora é a hora do vídeo sem sentido do dia.

Hoje a bagaça vai ser curta mesmo, tô com preguiça de fazer isso. 

 

2 TCHAU!

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Eu, Mas Não Aqui, Lá

Agosto 4, 2008 · Deixe um comentário

Nessa semana participei do HBDCast.

Fique agora com algumas críticas eloqüentes, profundas e bem formuladas:

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Ouça ou baixe aqui.

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webTrash #12 – Tú Elvis E Eu Percebo Um Tema De Nomenclatura Edition

Agosto 2, 2008 · Deixe um comentário

“Cala a boca e não enche o saco.” Já dizia a poesia lírica dos Inocentes (banda tão boa, diga-se de passagem que nem vídeo no YouTube tem) e é com essas palavras que eu desejo iniciar este webTrash, não só desejo, como já o fiz. Não é mesmo?

Falando em calar a boca, esse é um conselho para Solange, a estrela do primeiro vídeo de hoje.

Parabéns apresentador, não rir foi heróico.

O próximo vídeo é old, mas foda-se e “Cala a boca e não enche o saco.” Porque ele é bom.

I SAID SHUT UP!

Eu já postei outros vídeos da série You Suck At Photoshop no webTrash, então por que não continuar?

SPERRRRRRM

Você já se pegou pensando “Hey, Top Gun é mó coisa de viado.” Se você respondeu sim, você é um ser humano. Este próximo trailer simplesmente torna a verdade mais aparente e você sabe disso… Tom Cruise.

Tommy Já Soltava a Franga Way Back When

Star Wars Kid é old? Todo mundo já viu? Eu tô com preguiça de achar outro vídeo?

Swoosh, boosh, voosh, svooboosh

 

image TCHAU!

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webTrash #10 – E Não É Só Isso… É, É Sim Só Isso

Abril 12, 2008 · 2 Comentários

É webTrashhhhhhh aie.

Finalmente chegou o dia de se comemorar um década de webTrash. Isso se se medissem os anos pelo tempo arbitrário que se passa entre cada webTrash.

Este webTrash também é especial porque é o primeiro escrito diretamente de Porto Alegre. Então é um post que resulta da massiva ingestão de Super Pizza.

(mais…)

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Em Busca dos Bullies da Lei

Abril 11, 2008 · Deixe um comentário

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Olá leitores do webGUS (todos os 4,7). Desculpem me pela demora para postar o webTrash #10, mas como vocês já devem ter notado, este não é o wT#10 ainda.

Estou escrevendo do avião da Varig que me transporta a Porto Alegre. Estava vindo somente por motivos familiares, mas dado a recente proibição de Bully pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, aproveitarei esta semana para entrar em contato com vários dos envolvidos no processo. Espero conseguir bastante conteúdo para a matéria que estou escrevendo sobre o assunto para a revista PS3W de maio.

Este tipo de acontecimento realmente me aborrece e da última vez que jogos foram banidos aqui em Terra Brasilis, eu até me aventurei em criar um blog de protesto e organizar uma pífia manifestação. A experiência foi frustrante, mas serviu para me alertar para o fato de que não sou nem sirvo para ativista. Depois de anos estudando num covil de jovens pseudo-engajados que iam a tudo quanto era manifestação achei que mesmo criticando esta gente por tanto tempo, eu tivesse a competência para fazer o mesmo. Não tenho. Talvez tivesse se eu tivesse a disposição para fazê-lo de novo. Pelo menos tentei.

Meu papel desta vez será limitado ao de jornalista. Irei fazer a matéria, ela será o mais imparcial possível (a pedido do meu editor), por mim eu enchia da minha (diga-se de passagem valiosa) opinião, não acho que a opinião de um jornalista, quando claramente expressada como tal, prejudique o lado informativo de um artigo. Então se eu sentir vontade de desabafar um pouco mais sobre isso eu o farei aqui, no meu blog.

Agora vou desligar o laptop porque em breve estaremos “iniciando o processo de pouso no aeroporto Salgado Filho em Porto Alegre”. Assim que chegar a minhas aconchegantes acomodações a 3a ou 4a coisa que farei será postar este texto, mas isso não importa para você, porque você já está lendo isso, logo eu já postei.

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webTrash #6

Março 26, 2008 · Deixe um comentário

Demorou, mas assim como uma camiseta a prova de facas ele chegou: o webTrash #6.

Para começar vamos ter um super bloco-nostalgia de animais antropomórficos radicais:

 

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Uau. Se isso te fez se sentir velho (que você é!) assista a image Scott McElroy, auto-intitulado “Professional Strongman”, também auto-intitulado “Iron Claw” (Isso é nome de vilão de desenhos animados, até aqueles com animais antropomórficos).

Scott rasga uma lista telefônica, enrola frigideiras e enfia pregos em madeira, mas este vídeo dele no sofá qubrando uma maçã é muito melhor.

 

Agora temos três trotes muito legais. O primeiro é de um atendente de telemarketing que liga para um cara com um ótimo senso de humor e uma maravilhosa imitação de um delegado americano. O segundo mostra o caos gerado ao se tentar quebrar o tempo espaço contínuo ao fazer um restaurante chinês fazer um pedido a outro restaurante chinês. O terceiro é um vídeo honesto, frugal e que lembra todos que assistem BestSHOPTV e Shoptime o que eles querem ver.

 

Continuando com os trotes nós temos um programa imbecil de um imbecil dos anos 80 onde o pobre imbecil SÓ recebe trotes imbecis.

Para terminar temos um vídeo demente de um demente interpretando uma versão louca e muito mais divertida de Brian Crecente, o imbecil editor chefe do Kotaku.

 

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TCHAU!

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